3 Razões porque uma dieta vegana é a escolha perfeita para o Dia da Terra

Dia da Terra

Hoje é o Dia da Terra mais importante da história. Conforme as crises climáticas e de biodiversidade pioram ao redor do mundo, encaramos um ponto de virada para a humanidade: ou agimos e consertamos a situação juntos, ou continuamos a causar os problemas que nos trouxeram até aqui. 

Então o que nós, como indivíduos, podemos fazer para ajudar? É claro que existem várias maneiras. Você pode trocar o seu fornecedor de energia por um fornecedor de energia renovável, parar de consumir fast fashion, garantir que você não possui investimentos em combustíveis fósseis ou até mesmo comprar um carro elétrico. Mas existe uma coisa que todos nós podemos fazer para provocar um grande impacto no mundo todo, e começa com a nossa alimentação. 

Cortar os produtos de origem animal da sua dieta causa um impacto incrível. Aqui vai três motivos para isso (sustentados cientificamente):

1. Uma dieta vegana é “o melhor e maior jeito” de reduzir o seu impacto na Terra 

A maior análise científica já feita na história(feita pela Universidade de Oxford) revelou as terríveis pegadas de carbono e solo da agricultura animal. A análise explicou  como a criação de animais fornece apenas 18% das calorias, mas consome globalmente 83% das terras agrícolas. Mas isso é somente o uso da terra, as emissões são piores do que se pensava anteriormente. 

O estudo, publicado na Science (uma dos periódicos científicos mais respeitados do mundo), mostrou como até mesmo “o bife de menor impacto” ainda era muito mais danoso para a atmosfera do que qualquer alimento à base de plantas. 

Efeito da criação de gado no efeito estufa

2. Uma dieta vegana requer muito menos solo e libera espaço para sequestro natural de carbono por meio das árvores 

A Nature Sustainability (outro periódico científico de importância global) publicou um relatório no ano passado demonstrando o impacto incrivelmente positivo que as dietas à base de plantas podem ter sobre as mudanças climáticas. 

Você pode dar uma olhada no resumo abaixo, mas aqui vai You can check out the abstract/summary below, but here’s a brief version and explanation we have prepared:

Esse novo estudo revelou o enorme ‘custo da oportunidade de carbono para manter gado‘. Mas o que isso significa?

Isso significa que existe uma imensa quantidade de carbono da atmosfera que o solo poderia rebaixar/capturar (por meio de árvores/plantas, etc.) se não estivesse sendo utilizado para criação de animais/produção de gado. Também significa que existe um custo de oportunidade ecológica – por exemplo: as florestas, pântanos, lobos, herbívoros selvagens e ecossistemas prósperos que o solo poderia abrigar se fosse reflorestado e não mais destinado à criação de animais.  

Custo de oportunidade da pecuária na terra

Mas como eu posso colocar tudo isso de forma simples para poder explicar esse argumento para os meus amigos, parentes e colegas?

Aqui vai o nosso esforço:

A pesquisa nos mostra que é muito melhor usar as terras para o plantio (por exemplo de árvores, grama ou cultivo) para rebaixar o carbono da atmosfera, ao invés de criar animais para produção de carne/laticínios, etc.

O impacto que podemos ter ao trocar a nossa produção de alimentos para dietas veganas ou à base de plantas é ainda maior do que pensávamos. O relatório explica como uma mudança para dietas à base de plantas nos permitiriam rebaixar mais de 500 gigatons de CO2e*… isso são 500 bilhões de toneladas! Isso nos daria uma boa chance de limitar o aquecimento global para 1.5ºC.

2. Dietas veganas são essenciais para proteger a biodiversidade

Um novo relatório do think tank britânico Chatham House descobriu que as dietas veganas são o melhor jeito de proteger a biodiversidade ao redor do mundo. 

O relatório, intitulado Os Impactos do Sistema Alimentar na Perda da Biodiversidade, destaca como a agricultura/cultivo animal é uma ameaça perigosa para a maioria das espécies que estão atualmente sob risco de extinção.

Desmatar a terra para a criação de pastos para animais de cultivo é a principal causa de perda de habitat no mundo. Nesse momento, a maioria do nosso plantio é cultivado apenas para alimentar os animais de cultivo para produzir carne (apesar das muitas pessoas passando fome no mundo).

O relatório afirma que uma mudança em direção ao consumo de alternativas à base de plantas para carne e laticínios certamente ajudaria nessa situação e ajudaria a proteger a nossa biodiversidade. O cultivo de plantações/plantas/vegetais ao invés de animais consome muito menos recursos e economiza uma quantidade enorme de solo e de água. 

O relatório estima que, se o mundo fizesse a transição para uma dieta vegana, mais de 75% das terras de cultivo do mundo poderiam ser utilizadas para outros propósitos. Boa parte dessa terra poderia ser restaurada ao seu estado natural, e forneceria habitat para animais selvagens(ajudando a proteger e restaurar a biodiversidade). Você pode ler o relatório completo aqui.

Como você pode ver, do ponto de vista ambiental, existem muitos argumentos a favor das dietas veganas! É claro que existem muitas outras razões para manter os animais fora do seu prato(bem estar dos animais, recursos alimentares, saúde, etc), mas essa aqui é muito importante. 

Então, da próxima vez que alguém desafiar o veganismo e pedir para você explicar tudo, é só ter esse blog e esses fatos em mãos! 

Dito isto… nós esperamos que você não precise explicar o veganismo o tempo todo e que você encontre alguém que compartilha do seu amor pelos animais e pelo nosso planeta! E é por isso que o Veggly existe!

Para ver algumas das nossas histórias de sucesso e mensagens dos nossos usuários que encontraram amor com os seus Veg-Matches, por favor acesse essa página aqui. 

E, se você está lendo isso, nós encorajamos você a participar do Dia da Terra esse ano para fazer um impacto positivo da maneira que puder. 

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* CO2e (dióxido de carbono equivalente) é uma unidade de medida para pegadas de carbono. O CO2e é  usado para expressar o impacto de cada um dos gases de efeito em termos de CO2 que criaria a mesma quantidade de aquecimento global.

Relacionamento entre veganos: 52% não namorariam pessoas que comem carne

Uma nova pesquisa global da Veggly sobre relacionamento entre veganos revela que 52% deles não namorariam pessoas que comem carne

  • 1 a cada 8 veganos não namoraria nem com vegetarianos
  • O Veggly é usado atualmente em 181 países
  • O crescimento do veganismo e da dieta à base de plantas são responsáveis pelo crescimento em 10x do número de usuários 

Ainda não está no Veggly? Instale agora. Dê aquela ajuda ao seu amigo vegetariano e indique o Veggly!

Veggly, o principal aplicativo de relacionamento entre veganos e vegetarianos no mundo, divulga hoje novos dados de uma pesquisa com 14.000 usuários para revelar as maiores tendências de relacionamento entre veganos em 2021. 

Relacionamento entre veganos

A pesquisa mostra que mais da metade dos veganos (52%) não consideraria ter um relacionamento com alguém que come carne. Além disso, pouco mais de 12% dos veganos, cerca de 1 a cada 8, não consideraria namorar nem com vegetarianos, por conta de ainda serem consumidores de produtos de origem animal. 

Vegetarianos também são relutantes quando se trata de pessoas que comem carne. 4 em cada 10 (39%) não considerariam como opção ter um parceiro carnívoro.

Crescimento do Veggly

As novas descobertas ajudam a explicar o rápido crescimento recente do Veggly. A nossa plataforma agora tem mais de 340.000 usuários ao redor do mundo. Desde julho de 2019, o aplicativo cresceu em número de usuários por um fator de 15, partindo de 25.000 usuários.  

No total, os Estados Unidos apresentam o maior número de usuários do Veggly em um único país, com 56.552. O Brasil fica em segundo lugar, com 49.215 usuários e o Reino Unido em terceiro, com 44.420 usuários. A Alemanha fica em quarto lugar, com 43.890 usuários. 

Disponível em todo o mundo (utilizado em 181 países), o Veggly está pronta para continuar o seu rápido crescimento graças aos times de veganos que trabalharam juntos para traduzir o aplicativo para 8 línguas: Inglês, Espanhol, Alemão, Português, Francês, Italiano, Dinamarquês e Polonês, com muitos outros idiomas a caminho. 

Relacionamento entre veganos e o crescimento do veganismo

O crescimento do veganismo e dietas à base de plantas ao redor do globo nos últimos dois anos serviu de combustível para a subida da Veggly a uma posição de destaque.

A população vegana cresceu significativamente em quase todos os países. Como exemplo, um estudo recente revelou que o número de americanos seguindo dietas à base de plantas aumentou em quase 10 milhões nos últimos 15 anos – um aumento de 300% e quase 3% da população dos Estados Unidos.

Em comentário sobre as novas conclusões, o Fundador da Veggly, Alex Felipelli, disse: 

“Essas descobertas nos ajudam a entender porquê o Veggly se tornou tão popular. Muitos veganos querem estar com alguém que compartilhe os seus valores e amor pelos animais. Para muitos veganos, o “veganismo” é um modo de vida, então é compreensível que eles não gostariam de ter um parceiro que consuma animais ou produtos de origem animal.

Nós criamos o Veggly justamente por isso!

O Veggly está aqui para ajudar herbívoros a encontrar parceiros mais compatíveis, e estamos 100% dedicados a ajudar essa comunidade a crescer o máximo possível. 

Nós sempre reinvestimos na plataforma e aperfeiçoamos toda semana para melhorar a experiência e acomodar a demanda crescente. 

Nós acreditamos que se a pergunta fosse “Você preferiria namorar um vegano?”, o resultado seria próximo de 100%. Mas, ainda assim, 52% é um número bem alto para veganos que não namorariam de forma alguma alguém que come carne!”

Mas e você? Namoraria alguém que come carne? Já namorou? Deixe os seus comentários abaixo para a gente saber o que vocês acham disso. 

Veggly é o único aplicativo de relacionamentos vegano/vegetariano disponível para Android, iOS e desktop/web.

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Mulheres Ativistas Veganas

Mulheres ativistas veganas se tornaram inspiração para este movimento que é além de tudo interseccional. Aqui prestamos a nossa homenagem a 11 delas.

A importância das mulheres no movimento vegano

A estrutura social que ao longo do tempo vigorou tanto no ocidente quanto no oriente condicionou e definiu o papel das mulheres na sociedade. Sem maneiras de desobstruir o sistema de opressão, algumas vezes velado, outras bem definido, foi imposto uma relação sociocultural estereotipada que se manteve cristalizada durante séculos. Os direitos de igualdade de gênero não se atualizaram com a evolução cronológica e social das comunidades.

O feminino, seja em qual corpo estiver identificado, sempre foi objeto de luta. As mulheres precisaram e precisam até em tempos atuais combater a discriminação e fortalecer o reconhecimento de seus direitos que até ao século XIX estava de maneira genérica condicionada aos cuidados do lar, a uma vida monástica e ou a festas quando em ambito familiar. 

A partir do século XX com o surgimento do veganismo em meados dos anos 40, a luta por direitos que já existia se somou a outros movimentos libertários. A importância das mulheres no movimento vegano é destacado por personalidades que desenvolveram papéis fundamentais na disseminação dos direitos animais.

Mulheres ativistas veganas se tornaram inspiração para este movimento que é além de tudo interseccional. O veganismo a partir do feminismo tem como base a liberdade para corpos oprimidos de animais não humanos e animais humanos. Mira desenvolver uma sociedade mais justa: horizontal, igualitária, ecológica, com direitos à terra e alimentação limpa.

11 Mulheres ativistas veganas

Angela Davis

Estes preceitos são comumente explicados pela ativista, acadêmica e autora americana Angela Davis que faz conexão entre direitos humanos e direitos animais. Atualmente é uma das personalidades mais importantes ao explicar a interseccionalidade do veganismo. Davis também é professora emérita na Universidade da Califórnia, Santa Cruz. 

“A maioria das pessoas não pensam no fato de que estão comendo animais. Quando elas estão comendo um bife ou comendo frango, a maioria das pessoas não pensam no tremendo sofrimento que estes animais sofrem simplesmente para se tornarem produtos alimentares a serem consumidos pelos seres humanos”, disse Davis em uma entrevista de 2012 com Grace Lee Boggs.

Angela Davis - mulheres ativistas veganas

(Angela Davis)

Luisa Mell

No Brasil, Luisa Mell é um dos nomes mais importantes na luta contra mortes e exploração de animais. Desde 2002, quando começou sua carreira na TV – onde estrelou dois programas, Luisa passou a mostrar para todo o Brasil a situação degradante de muitos pets. Em seu programa – projeto do pai de Luisa – denunciava os maus tratos aos animais. A partir daí, Luisa Mell virou uma das ativistas mais conhecidas do Brasil. “A relação de minha família com os animais começou em uma feira de adoção, em São Bernardo. Pegamos uma vira-lata muito doente, que está conosco até hoje! Virou amor pra vida toda”, diz Luisa

Luisa Mell - mulheres ativistas veganas

(Luisa Mell)

Nina Rosa

Nina Rosa, responsável por um dos documentários brasileiros mais relevantes sobre a indústria da carne: A Carne é Fraca – no ano de 2005. O documentário levou milhares de pessoas a se conscientizarem e abandonarem este consumo tão cruel. Nina se tornou  protetora de animais em 1994, aos 50 anos, quando sua companheira, a cadela Chica, partiu. Ao longo do tempo, sentiu a necessidade de um trabalho educativo que pudesse evitar maus-tratos e abandono de animais antes que eles ocorressem, surgiu então, em 2000, aos 56 anos de idade, o Instituto Nina Rosa – projetos por amor à vida, com o intuito de trabalhar a educação e sensibilização de humanos. “Para os animais, não importa o que você pensa ou sente. Para eles, importa o que você faz.”

Nina Rosa- mulheres ativistas veganas

(Nina Rosa)

Kaz Veg

Atuante na luta libertária e pelos direitos animais, Kaz Veg é fundadora da Nação Vegana Brasil, organização antiespecista, suprapartidária e interseccional que promove ações nacionais e internacionais no combate a exploração, violência e opressão. Kaz entende que o Veganismo precisa estar em pauta  no ambiente político, em 2020 se candidatou a vereadora com o intuito de representar o veganismo na câmara de vereadores. “Abrace o veganismo com todas as suas forças”

Kaz Veg - mulheres ativistas veganas

(Kaz Veg)

Brigitte Bardot

Umas das atrizes mais famosas e importantes de sua geração, aos 39 anos, a francesa Brigitte Bardot iniciou uma nova vida como ativista dos direitos animais. Em 1973 quando estava no auge da carreira e estrelado dezenas de filmes, Bardot anunciou que se aposentaria do cinema.

Em entrevista ao jornal britânico The Guardian em julho de 2015, contou que quando descobriu a realidade sobre a exploração animal, percebeu que seria óbvio e até mesmo indispensável colocar um fim em sua carreira. Em 1986,  leiloou seus bens para criar a Fondation Brigitte Bardot para o bem-estar e proteção dos animais. 

Ao jornal Daily Mail, disse: “Resgatei cães e gatos de rua durante toda a minha vida, mas quando comecei a fundação, minha intenção já era fazer muito mais do que isso. Meu objetivo é proteger todos os animais selvagens ou de estimação da França e do exterior. Comecei pequena. Tive que aprender tudo sobre proteção dos animais – as leis, a organização de instituições de caridade, a gestão, e as obrigações de saúde e segurança”

Brigitte Bardot - mulheres ativistas veganas

(Brigitte Bardot)

Greta Thunberg

Com apenas 18 anos de idade, Greta Thunberg já foi nomeada como modelo juvenil pela organização de direitos dos animais PETA e Pessoa do Ano na revista Time. Famosa ao redor do mundo pelo ativismo climático, Greta também é vegana e começou a protestar sozinha em agosto de 2018 fora do parlamento sueco onde exigia ações práticas em relação às mudanças climáticas. 

Desde então, motivou milhões de crianças em vários países a se juntarem a ela na Greve Escolar pelo Clima. Em um discurso contundente e forte na Cúpula de Ação Climática da ONU no ano de 2019 em Nova York, disse: “Vocês roubaram meus sonhos e minha infância com suas palavras vazias” –  “As pessoas estão sofrendo; pessoas estão morrendo; ecossistemas inteiros estão entrando em colapso. Estamos no início de uma extinção em massa e tudo o que vocês podem falar é sobre dinheiro e contos de fadas de crescimento econômico eterno. Como vocês se atrevem?”

Greta Thunberg - mulheres ativistas veganas

(Greta Thunberg)


Ingrid Newkirk

Com grande representatividade para o desenvolvimento da libertação animal, Ingrid Newkirk é presidente do People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), a maior organização de direitos dos animais do mundo. Ingrid diz acreditar firmemente que os animais não devem servir como alimento ou trajes de roupas, experimentados em testes animais e tão pouco usados para entretenimento humano. Em seu novo livro “Animalkind” ela explora maneiras pelas quais os humanos podem demonstrar melhor sua compaixão por outras espécies.

“O objetivo do movimento [dos direitos dos animais] é fazer com que as pessoas reconheçam que, assim como os animais não são hambúrgueres, eles também não são bolsas”, escreveu ela para a PETA em 2016. “Eles não são tubos de ensaio com bigodes, eles não são alarmes baratos para evitar roubos, eles não são adereços, eles não são pragas. Eles são indivíduos e devemos proteger todos eles.”

Ingrid Newkirk - mulheres ativistas veganas

(Ingrid Newkirk)

Jane Velez-Mitchell

Atualmente com um programa de culinária vegetariana na Amazon Prime chamado “New Day, New Chef”. A ex-âncora da CNN e autora de best-sellers, Jane Velez-Mitchell é a fundadora do Jane UnChained News, canal de notícias de mídia social que produz conteúdo original sobre direitos dos animais e veganismo. Jane já recebeu diversos prêmios, incluindo quatro Genesis Awards da Humane Society dos Estados Unidos por sua cobertura de questões animais. 

Em conferência dos Direitos dos Animais no ano de 2018, disse: “Seu telefone é sua melhor ferramenta. Você tem uma rede inteira, um estúdio de TV, satélites, tudo bem no bolso de trás ou em sua bolsa. O seu celular é uma ferramenta muito poderosa. Use-o para os animais.”

Jane Velez Mitchell - mulheres ativistas veganas

(Jane Velez-Mitchell)

Leah Garcés

A organização de direitos dos animais Mercy for Animals também possui uma presidente mulher. Com quase 20 anos de experiência de liderança trabalhando no movimento de proteção animal, Leah Garcés escreveu o livro “Grilled: Transformando adversários em aliados para mudar a indústria de frangos”. É em partes suas memórias e em partes uma explicação onde conta sobre suas experiências durante seu trabalho na indústria.

Melanie Joy, psicóloga social, disse: “Grilled é absorvente, intrigante e comovente. Ele abrirá seus olhos e coração para a situação dos animais no centro do sistema alimentar americano.”

Leah Garcés - mulheres ativistas veganas

(Leah Garcés)

Carol J. Adams

Uma mulher que vem transformando a maneira como milhares de pessoas enxergam o mundo é a escritora, feminista e defensora dos direitos animais, a americana Carol J. Adams com seu famoso e necessário livro A Política Sexual da Carne: Uma teoria crítica feminista-vegetariana. O livro possui argumentos sólidos e consistentes, explica a estreita ligação entre a dominância masculina, a cultura de violência contra a mulher e o ato de comer carne. Uma obra de leitura obrigatória para refletir sobre as relações entre homens, mulheres e animais na luta por um mundo sem opressão. “A carne é uma construção cultural feita para parecer natural e inevitável”

Carol J. Adams - mulheres ativistas veganas

(Carol J. Adams)


Rooney Mara

A atriz e estilista Rooney Mara é defensora dos direitos animais. Em 2019 juntou-se ao Animal Equality durante uma investigação secreta de duas fazendas fabris, foram feitas filmagens divulgadas em uma exposição chamada “With My Own Eyes”. 

Disse a ocasião: “Mesmo que eu tenha visto muito desses tipos de documentários, eu gostaria ver por mim mesma e espero fazer algo que possa impactar outras pessoas a mudar de ideia também”

Rooney participa frequentemente de manifestações sobre os direitos dos animais com seu parceiro, o ator Joaquin Phoenix.

Rooney Mara - mulheres ativistas veganas

(Rooney Mara)

Nesta caminhada rumo a um mundo mais compassivo defendido por mulheres, a causa animal ganha força em diferentes esferas da sociedade através do campo político, literário e das artes. 

Nota-se a pluralidade de como é tratado e abordado o veganismo abrindo portas para questões tão adormecidas no conjunto cultural que vivemos e tenta frear o descompasso entre todos os seres e a natureza.

Assim como estas mulheres destacadas incríveis, existem dezenas de outras tantas em perfis de mídias sociais expondo os terríveis maus tratos aos animais, bem como há dezenas de protetoras anônimas que resgatam animais de rua fazendo um trabalho excepcional.

Neste dia 08 de Março, Dia Internacional da Mulher, reverenciamos a importância de todas no movimento vegano.

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